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MISSÃO FRANÇA

LA DEFENSE ET RUE DES ARTISTES

PARIS

 

No dia 20 de agosto de 2012, nas escadarias do “La Défense” levantei mais um altar !

O nome deste lugar vem do monumento La Défense de Paris criado como homenagem aos soldados que defenderam a cidade durante a  Guerra franco-prussiana de 1870. Trata-se uma  escultura de Loui Ernest Barrias esculpida em bronze e inaugurada em 1883, sobre o que era a glorieta de Courbevoie e sempre visível sobre Lhe Parvis.

O La Défense é considerado o maior centro financeiro da cidade de Paris. O distrito está na extremidade ocidental de Paris, ao longo do eixo histórico que começa no Louvre, no centro de Paris e continua ao longo da Champs-Élysées através do Arco do Triunfo, até culminar no La Defense.

Com o Grande Arco com cerca de 110 metros de altura, a área abriga muitos dos maiores e mais altos edifícios da área urbana de Paris. Com 314.000 m², seus 72 edifícios de vidro e aço, incluem 14arranha-céus acima de 150 metros, com 150.000 trabalhadores diários e 3,5 milhões de metros quadrados de espaços de escritórios.

Ali numa tarde de sábado, fomos ao Shopping Quatre Temps que fica nesse complexo “arquitetônico” e finaceiro. Ele tem escadarias dos dois lados. Uma, vou chamar de primeira, que fica em direção do Arco do Triunfo e a outra, a segunda, que se direciona para fora de Paris.

Ao chegar ali fomos atraidos pelas escadarias. A primeira estava cheia de gente sentada entre turistas de todo o planeta e dos próprios parisienses. Algumas pessoas conversavam animadamente, outras silenciosamente admiravam a paisagem, outras falavam em seus telefones, alguns faziam até pic.nic (alías é uma  prática cultural muito bacana que têm aqui emParis!), outras, entre outras coisas, namoravam.

Lá do alto a sensação era incrível!!!! O confronto entre o moderno complexo de prédios de “pele”  de vidro com seus significados e  a Paris de Haussmann, Victor Hugo, Toulouse-Maitrec e tantos outros,  é estonteante!

Ao caminharmos em direção a segunda escadaria a vista e os degraus vazios foram um convite para mais uma “dança”! Aquela imensidão branca em declive, o ar fresco que soprava e o céu azul tornaram o ambiente perfeito para mais um altar!! Desci as escadas experimentando cada degrau e sentindo o vento no meu corpo!

Optei por iniciar minha dança aos pés da escadaria e deixei fluir! O roteiro marcado pela categorização que estabeleci no princípio do projeto, foi completamente alterado pela sensação que senti naquela imensidão!

Foi maravilhoso o que senti ali! Fiquei com vontade de voltar e dançar com um tecido vermelho maior que pudesse preencher e ocupar mais aquelas escadas brancas!

RUE DES ARTISTES

Não encontrei nas referências bibliográficas ou na internet uma razão para essa rua ter esse nome. O fato é que ao caminhar pela rue Alésia no 14º. arrondissement voltando para casa depois de um lanche delicioso no apartamento dos amigos, Deusa e Hélio, me senti atraída por aquela escada tão charmosa e que curiosamente dava inicio à Rua dos Artistas.

A dança fluiu da “mochila” por aquela escada! Durante o ato um transeunte passou por mim descendo a escada como um vento. Esperei um contato, mas nem um olhar…

Mas eu estava lá inteira com o sangue derramado…

No alto da escada depois de vários giros, eu me desequilibrei, mas me segurei no corrimão amortecendo minha queda, recobrando o equilíbrio e dando continuidade ao ato. Optei por não editar e cortar esse acontecimento porque o “tudo” faz parte do todo!

Depois ao ver as imagens gravadas pude constatar o livramento que tive de um tombo grave e senti Deus falando ao meu coração que ninguém está livre de “cair”, mas que se estivermos alinhados no sangue derramado da salvação certamente seremos resgatados e levantados para continuar caminhando com a cabeça levantada em direção aos propósitos de nossas vidas!

O clip em anexo foi montado com as danças realizadas naquela semana (26 a 30 de agosto de 2012). Todas as imagens foram registradas pelo Eustáquio, meu esposo. Em La Defense, a trilha sonora ficou por conta do vento que soprava forte e das vozes das pequenas Ivy e Iasmin que brincavam e conversavam naquelas imediações. Na Rue des Artistes a trilha ficou por canta do barulho e buzinas dos carros.

http://youtu.be/NNMub0ip280

Seguindo em andanças,

Até!

Isabel Coimbra

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