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MUSÉE DE L’ARMÉE: HOTEL NATIONAL DES INVALIDES

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Musée de L’Armée: Hôtel National des Invalides são criados em 1671 por Luis XIV com o objetivo de recolher e dar assistência os veteranos das suas guerras. A direção dos trabalhos é confiada ao arquiteto Liberal Bruant que desenvolve uma obra clássica e grandiosa.

Os primeiros pensionistas são instalados em 1674. O Hotel era uma verdadeira cidade com uma organização de princípios militares e religiosos, comandados por oficiais e divididos em companhias. Até o final do século XVII são mais de 4.000 pensionistas hospedados e tratados.

Atualmente l’Institution Nationale des Invalides (hospital militar) hoje instalado apenas na ala sul do complexo, persegue a vocação inicial da fundação.  Na parte norte encontram-se o importante acervo do museu de Armas.

O Museu de Armas é um museu-monumento distribuído entre grandes salas e organizado por um percurso cronológico que inicia com o período medieval vai até o início do Século XX . Estão expostos inúmeros modelos e tipos diferentes de armas, armaduras, espadas, fusís, canhões entre todo tipo de armamento.

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São cinco grandes temas: Armaduras e Armas antigas (Séc. XIII – XVIII); de Luís XIV a Napoleão III (1643-1870); os clássicos canhões franceses; memorial Charles de Gaulle e as duas Guerras Mundiais.

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Foi nessa última ala e tema do museu que a Dança da Mochila aconteceu em duas oportunidades. A primeira vez foi em dezembro de 2012 numa visita com minha mãe e minha filha Iana Coimbra. Achei o lugar tão bem organizado e rico historicamente que planejei voltar com meu marido e com minhas filhas Ivy e Iasmin (sete anos) o que aconteceu em fevereiro de 2013.

Eu não havia planejado fazer a Dança na Mochila em nenhuma das ocasiões, mas na mesma medida senti “impulso”. O museu principalmente na parte da primeira e segunda guerra mundial tem muitos filmes projetados sistematicamente e me senti impelida a interagir com esses vídeos. Foi o que fiz.

Eu já fui a muitos museus que também mostram projeções originais das guerras mas desta vez foi diferente. Senti como se eu estivesse dentro daquelas imagens vivendo em tempo real aquela situação de guerra com tamanha intensidade que não resisti, tirei meu tecido da mochila e dancei.

Na primeira vez minha mãe Clery Ribeiro filmou e segunda, Eustáquio Diniz foi o câmera-men. A trilha sonora é dos filmes que estavam passando no momento da dança e das vozes de pessoas presentes no local.

Em andanças..

Isabel Coimbra

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